Frios e sem esperança
Seus olhos eram verdes como mar
Não fitavam os meus
Mas eram suplicantes de
Proteção
De mãe
De heróis
De futuro
De calor.
E naquele embate entre punir e amar
Vi nos olhos dela
A mesma suplica
Entre ser forte e se entregar
Em longo abraço
ao dono daqueles olhos verdes frios sem esperança.
quinta-feira, julho 1
segunda-feira, junho 28
Fale Pouco
Se quiseres seguir comigo
Fale pouco.
Deixe-me descansar,
Deixe-me sonhar,
Deixe-me falar!
Fale pouco.
Caminhe comigo,
Ouça músicas de amor,
Deixe seu corpo junto ao meu
Morrer de amor.
E fale pouco, muito pouco!
Fale pouco.
Deixe-me descansar,
Deixe-me sonhar,
Deixe-me falar!
Fale pouco.
Caminhe comigo,
Ouça músicas de amor,
Deixe seu corpo junto ao meu
Morrer de amor.
E fale pouco, muito pouco!
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Quem sou eu
- PATRICIA GOMES
- "Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." Clarice Lispector